De realidade eu estou cheio. Quero um banho de sonho. Quero ser enganado, iludido, tapeado. Meu realismo, o meu racionalismo está aos poucos me matando. Já matou a esperança e acabou com a alegria, terminou com a ilusão de ser feliz, quem sabe?, enfim um dia.
Se me sei infelicitado, de ter venturas condenado, o que a mim resta aqui? Melhor partir desse mundo, recomeçar nova caminhada, em outros prados, outras estradas? Ou continuar insistindo, as minhas amarguras carregando num quem sabe interminável?
Se me sei infelicitado, de ter venturas condenado, o que a mim resta aqui? Melhor partir desse mundo, recomeçar nova caminhada, em outros prados, outras estradas? Ou continuar insistindo, as minhas amarguras carregando num quem sabe interminável?

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